A cada dia que passa, a dívida do Estado fica maior. Para aprofundar
cada vez mais o desrespeito com a categoria, ainda está em questão o desconto
dos professores/as dos convênios. “Essa convivência está sendo intolerante,
pois a cada mês se tem uma novidade. O governo agora reconhece os convênios em
que os profissionais trabalham com alunos, mas ainda corre o risco de se ter
desconto nos salários este mês”, disse a coordenadora geral do Sinte, Fátima
Cardoso.
Há casos de dívida do Estado com a categoria desde 1995 e o objetivo
do governo agora é manter também as dívidas novas com os trabalhadores por anos
e anos. “Basta de tanto empurrar com a barriga. Todos nós sabemos que a
devolução do que foi retirado demora demais, até anos. Vejam a história dos
atrasados da nossa categoria. Não iremos ficar sentados esperando a boa vontade
do Governo. Vamos adiante, buscaremos o que é nosso. Queremos respeito”,
afirmou a dirigente.
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